Atualizado em 28/07/26 - Escrito por Thiago Leão na(s) categoria(s): ERP
ERP para indústria de elevadores é um sistema de gestão integrado capaz de conectar as informações comerciais, técnicas, produtivas, financeiras e administrativas de fabricantes de elevadores e plataformas. Essa integração ajuda a controlar produtos sob encomenda, organizar especificações personalizadas e acompanhar cada pedido desde a proposta comercial até a fabricação, expedição e análise financeira.
Uma indústria de elevadores trabalha com projetos que podem variar bastante de um cliente para outro. Dimensões, capacidade de carga, acabamento, tipo de acionamento, quantidade de paradas, dispositivos de segurança e características da instalação precisam ser registradas e transmitidas corretamente entre diferentes setores.
Quando essas informações ficam espalhadas em planilhas, mensagens e conversas informais, a empresa passa a depender de conferências manuais. O risco aparece na proposta elaborada com uma especificação incompleta, na compra de um material incorreto, na ordem de produção desatualizada ou na dificuldade para calcular o impacto financeiro de cada projeto.
Ao longo deste artigo, você vai entender como um sistema integrado pode ajudar sua empresa a:
O caso da Aptus Elevadores mostra como essa transformação pode acontecer na prática. Vamos em frente:
A Aptus Elevadores enfrentava dificuldades comuns em indústrias que trabalham com produtos personalizados. A gestão dependia de planilhas interligadas, preenchimentos repetidos e comunicação verbal entre os setores, o que tornava o acompanhamento das informações mais trabalhoso.
Com a implantação do Nomus ERP Industrial, a empresa passou a concentrar em um mesmo ambiente atividades comerciais, produtivas, financeiras e administrativas. O projeto também permitiu organizar as configurações técnicas dos elevadores e criar indicadores adaptados às particularidades do negócio.
Edmundo Filho, gestor da Aptus, explica na entrevista como era a rotina da empresa, quais dificuldades motivaram a mudança e como o ERP foi incorporado aos processos internos.
Assista à entrevista completa com o gestor da Aptus Elevadores:
O depoimento ajuda a enxergar o ERP para indústria de elevadores dentro de uma operação real, com desafios de personalização, produção sob encomenda e integração entre áreas. Para compreender por que essa mudança teve um impacto tão amplo, vale começar pelo papel que esse sistema exerce na gestão industrial.
Um ERP para indústria de elevadores é um sistema desenvolvido para registrar, integrar e acompanhar os processos envolvidos na fabricação, comercialização e instalação de elevadores e plataformas elevatórias. Ele reúne informações de clientes, propostas, produtos, materiais, compras, ordens de produção, estoque, contas financeiras e indicadores gerenciais.
A principal característica desse tipo de indústria é a combinação entre engenharia, personalização e produção sob encomenda. Mesmo quando a empresa possui modelos padronizados, cada contrato pode exigir adaptações relacionadas ao espaço disponível, capacidade, percurso, acabamento, portas, componentes elétricos e condições da obra.
O sistema precisa permitir que essas características sejam registradas de forma estruturada. Assim, os dados definidos durante a negociação podem acompanhar o pedido e chegar aos setores responsáveis pelo planejamento, compra de materiais, fabricação, inspeção, expedição e acompanhamento financeiro.
A integração reduz a necessidade de redigitar informações e facilita a rastreabilidade de cada projeto. Uma alteração feita na proposta, por exemplo, precisa ser conhecida pelas pessoas que calculam materiais, planejam a produção e acompanham o custo do pedido.
Um ERP genérico pode atender atividades administrativas básicas, como emissão de notas e contas a pagar. Entretanto, uma indústria de elevadores também precisa controlar estruturas de produtos, atributos técnicos, materiais, ordens de produção, movimentações de estoque e custos industriais.
Por isso, a escolha do sistema deve considerar o funcionamento completo da fábrica. O caso da Aptus ajuda a visualizar essa necessidade em uma empresa que fabrica elevadores e plataformas com diferentes configurações.
A Aptus é uma indústria localizada em Aracaju, Sergipe, especializada na fabricação de elevadores de passageiros e plataformas elevatórias. Seus equipamentos atendem residências, clínicas, academias, galerias, construções e outros ambientes que precisam oferecer acessibilidade, conforto e transporte vertical de pessoas.
A empresa desenvolve produtos sob encomenda, considerando as necessidades de cada cliente e as condições de cada instalação. Isso significa que diferentes pedidos podem apresentar características técnicas, dimensões, acabamentos e componentes específicos.
Nesse modelo de negócio, a qualidade do fluxo de informações influencia diretamente a qualidade da entrega. O setor comercial precisa entender o que o cliente solicita, registrar as configurações escolhidas e repassar essas informações para as áreas técnicas e produtivas.
Compras precisa conhecer os materiais necessários. A produção precisa receber instruções claras. O financeiro precisa acompanhar recebimentos, pagamentos e compromissos relacionados ao projeto. A direção, por sua vez, precisa analisar o andamento da empresa sem depender da consolidação manual de diversos controles.
O ERP para indústria de elevadores deve apoiar justamente essa circulação de dados. Cada informação registrada em uma etapa precisa permanecer disponível para as etapas seguintes, respeitando permissões, responsabilidades e processos internos.
Quanto maior o número de pedidos e configurações possíveis, mais difícil se torna manter essa comunicação apenas com planilhas e conversas entre colaboradores. Essa era uma das principais questões que a Aptus precisava resolver.
Antes de implantar o Nomus ERP Industrial, a Aptus administrava sua operação com planilhas desenvolvidas internamente. Esses arquivos permitiam registrar e acompanhar parte das informações, mas a manutenção dos controles exigia bastante trabalho da equipe.
Algumas planilhas eram interligadas, enquanto outras funcionavam separadamente. Como resultado, a mesma informação precisava ser preenchida em diferentes locais para atender às necessidades dos setores comercial, produtivo, financeiro e administrativo.
O volume de tarefas manuais dificultava a análise integrada da empresa. Para compreender a situação de um pedido, por exemplo, podia ser necessário consultar arquivos diferentes, verificar registros complementares e conversar com as pessoas envolvidas.
Entre os principais desafios enfrentados pela Aptus estavam:
As planilhas haviam sido úteis em uma determinada etapa da empresa. Com o aumento da complexidade, porém, a manutenção desses controles passou a consumir energia que poderia ser direcionada à análise e à melhoria dos processos.
Esse cenário também gerava uma fragilidade operacional. Quando uma informação comercial depende de uma mensagem informal para chegar à produção, o processo fica condicionado à memória, à disponibilidade e à atenção das pessoas envolvidas.
Uma especificação registrada incorretamente pode provocar compra inadequada, retrabalho produtivo, atraso ou redução da margem do projeto. Mesmo quando o erro é identificado antes da entrega, a correção ocupa horas da equipe e altera a programação da fábrica.
Até que ponto uma empresa consegue ampliar suas vendas quando cada novo pedido também aumenta a quantidade de planilhas, conferências e comunicações paralelas?
A resposta da Aptus envolveu uma mudança de ferramenta acompanhada de uma revisão na forma de organizar seus próprios processos.
A Aptus procurava um sistema com aderência às rotinas industriais. A empresa precisava integrar o chão de fábrica às áreas comercial, financeira e administrativa, mantendo as especificidades da produção de elevadores sob encomenda.
A implantação foi conduzida pelo método Lean da Nomus. Nesse formato, a equipe do cliente participa de aulas para aprender a utilizar e parametrizar o sistema, enquanto reuniões de orientação ajudam a direcionar as decisões e acompanhar o avanço do projeto.
A liderança da Aptus participou diretamente da parametrização e da adaptação do ERP aos processos internos. Essa participação foi importante porque os gestores conheciam os detalhes da operação e podiam relacionar cada configuração do sistema às necessidades reais da empresa.
A implantação também estimulou o mapeamento dos processos. Antes de configurar etapas, cadastros e responsabilidades, a equipe precisou analisar como as informações deveriam circular e quais atividades poderiam ser reorganizadas.
Essa abordagem favorece o desenvolvimento de autonomia. Em vez de depender do fornecedor para cada ajuste futuro, a empresa aprende a administrar parte das configurações, construir análises e adaptar o uso do ERP conforme surgem novas necessidades.
O suporte da Nomus acompanhou a Aptus durante o aprendizado, a parametrização e a resolução de dúvidas. Esse contato ajudou a transformar as necessidades levantadas pela empresa em aplicações práticas dentro do sistema.
A implantação de um ERP para indústria de elevadores precisa considerar pessoas, processos e dados. A ferramenta oferece a estrutura tecnológica, enquanto a equipe define padrões de cadastro, responsabilidades e rotinas que manterão as informações confiáveis.
Com os processos mapeados e o sistema parametrizado, a Aptus conseguiu avançar para a integração das áreas que participam de cada projeto.
A centralização das informações foi um dos principais avanços alcançados pela empresa. CRM, propostas, pedidos, produção, compras, estoque, financeiro e indicadores passaram a fazer parte de uma estrutura comum.
Essa integração permite que uma informação registrada no início do processo continue disponível nas etapas seguintes. O pedido deixa de circular como um conjunto de anotações dispersas e passa a possuir um histórico estruturado.
A Aptus passou a cadastrar e acompanhar seus leads dentro do próprio Nomus ERP Industrial. A equipe comercial consegue registrar contatos, tarefas, oportunidades e informações relevantes sobre cada negociação.
O CRM integrado elimina a necessidade de manter uma ferramenta comercial separada e depois transferir os dados manualmente para o ERP. Quando a negociação avança, a proposta, o pedido de venda e os demais registros podem ser gerados dentro do mesmo ambiente.
Essa continuidade reduz retrabalho e ajuda a direção a acompanhar o funil comercial. Também facilita a análise da relação entre oportunidades, vendas fechadas, capacidade produtiva e entradas financeiras previstas.
Um dos pontos importantes para a Aptus foi o cadastro de atributos e configurações específicas dos produtos. As características escolhidas pelo cliente podem ser incluídas na proposta e transmitidas para os setores responsáveis pelas etapas seguintes.
Em uma indústria de elevadores, uma proposta precisa apresentar com clareza o equipamento que será fornecido. Quanto mais personalizável for o produto, maior deve ser o cuidado com a estruturação das informações técnicas.
O uso de atributos ajuda a registrar detalhes como modelo, capacidade, dimensões, quantidade de paradas, acabamento e outras particularidades. A configuração selecionada deixa de depender apenas de textos livres ou do conhecimento de uma pessoa.
Essa organização melhora a comunicação com o cliente e também cria uma base mais confiável para engenharia, compras e produção.
O ERP passou a apoiar a gestão das ordens de produção, a separação dos materiais e as movimentações de estoque. Com isso, a empresa consegue relacionar a demanda comercial às atividades executadas na fábrica.
A integração ajuda a verificar quais materiais serão necessários, quais itens estão disponíveis e quais compras precisam ser realizadas. Também permite acompanhar o andamento das ordens e registrar as movimentações relacionadas à fabricação.
Para uma empresa que trabalha sob encomenda, esse controle é importante porque cada projeto pode consumir uma combinação diferente de componentes. Uma falha na lista ou na separação dos materiais pode interromper a produção e comprometer a data acordada com o cliente.
A Aptus implantou recursos de contabilidade gerencial, DRE gerencial, conciliação bancária e integração com informações bancárias. Essas ferramentas ampliaram a capacidade de analisar a saúde financeira da empresa dentro do próprio sistema.
O financeiro passou a trabalhar com dados ligados às demais áreas. Pedidos, compras, contas a pagar, contas a receber e movimentações podem ser analisados de forma integrada, reduzindo a necessidade de exportações para controles paralelos.
Uma visão financeira confiável depende da qualidade dos registros gerados na operação. Quando vendas, compras e produção estão conectadas, a análise gerencial ganha mais contexto.
A empresa também passou a criar dashboards para diferentes setores. Os gráficos e indicadores puderam ser adaptados às necessidades da gestão e às particularidades do segmento de elevadores.
Essa flexibilidade permite acompanhar informações em níveis diferentes. Um gestor pode observar um painel geral da empresa e, quando necessário, detalhar um pedido, uma etapa ou um conjunto específico de dados.
A Aptus ganhou autonomia para construir novas análises conforme seus processos evoluem. Em vez de limitar a gestão aos relatórios previamente disponíveis, a empresa pode investigar gargalos, pontos fortes e comportamentos que merecem atenção.
O sistema também passou a ser utilizado para tarefas, agendas e registros relacionados aos colaboradores. Além disso, a Aptus criou uma base de conhecimento para reunir informações importantes da empresa.
Esse recurso ajuda a reduzir a dependência de orientações transmitidas verbalmente. Procedimentos, aprendizados e referências podem ser registrados para consulta, facilitando treinamentos e padronizações.
Conhecer esses recursos em funcionamento ajuda a avaliar como eles podem ser aplicados em outra fábrica. Assista a uma demonstração do Nomus ERP Industrial e veja como vendas, produção, estoque e financeiro podem trabalhar de forma integrada:
Com a integração implantada, a Aptus começou a perceber resultados que foram além da substituição das planilhas.
A implantação do Nomus ERP Industrial permitiu que a Aptus profissionalizasse seus processos e reunisse diferentes áreas da empresa em um único ambiente. A mudança trouxe mais organização para o registro, a consulta e o compartilhamento das informações.
Um dos principais resultados foi a melhoria da comunicação interna. Os setores passaram a consultar dados registrados no sistema, reduzindo a dependência de conversas informais para dar continuidade aos pedidos.
A empresa também ganhou mais rastreabilidade sobre o caminho percorrido pelas informações. Isso facilita a identificação das configurações selecionadas pelo cliente, dos registros comerciais e das etapas relacionadas ao atendimento da demanda.
Entre os resultados observados pela Aptus estão:
Os benefícios estão conectados. Uma proposta mais detalhada melhora a passagem de informações para a produção. Uma produção registrada com clareza alimenta o estoque. Compras e movimentações atualizadas tornam a análise financeira mais consistente.
Esse encadeamento mostra por que o ERP para indústria de elevadores deve ser avaliado como uma estrutura de gestão. O valor do sistema aparece na relação entre os setores e na qualidade das decisões tomadas a partir dos dados registrados.
Se a direção precisa reunir várias planilhas antes de entender o que aconteceu em um pedido, quanto tempo ainda sobra para analisar as causas e corrigir o processo?
A experiência da Aptus oferece alguns aprendizados que podem ser aplicados por outras fabricantes de elevadores e plataformas.
O primeiro aprendizado é que a personalização precisa ser acompanhada por uma estrutura de dados. Produtos sob encomenda exigem flexibilidade comercial, mas também precisam de padrões para que cada configuração seja compreendida por todos os setores.
O segundo aprendizado está relacionado à implantação. A participação da liderança ajuda a aproximar o ERP da realidade da fábrica. Os gestores conhecem os problemas, as exceções e os objetivos da empresa, por isso precisam participar das decisões sobre cadastros, processos e indicadores.
Outro ponto importante é a autonomia. A Aptus desenvolveu capacidade para criar dashboards e ajustar análises conforme novas demandas surgem. Essa liberdade reduz a dependência de controles externos e permite que o sistema acompanhe a evolução da gestão.
Também merece atenção a integração do CRM com o ERP. Para fabricantes de elevadores, a negociação costuma envolver levantamento de necessidades, elaboração de propostas, revisões e acompanhamento do cliente. Quando essas etapas estão ligadas ao restante da empresa, a transição entre venda e execução se torna mais organizada.
A contabilidade gerencial aparece como outro aprendizado relevante. A direção precisa compreender como as decisões comerciais e operacionais influenciam receita, custos, despesas e resultado.
Um projeto vendido com preço inadequado pode ocupar capacidade produtiva e ainda reduzir a margem. Por isso, os dados financeiros precisam estar próximos dos registros comerciais, produtivos e de compras.
O caso também mostra a importância de registrar o conhecimento da empresa. Procedimentos, padrões e orientações guardados apenas na memória dos colaboradores ficam vulneráveis a falhas de comunicação e mudanças de equipe.
Uma base de conhecimento estruturada ajuda a preservar aprendizados e facilita a formação de novos profissionais. Esse cuidado é especialmente importante em operações que combinam atividades comerciais, técnicas e industriais.
Esses aprendizados ajudam a definir o que deve ser analisado durante a escolha de um ERP para indústria de elevadores.
A escolha do sistema deve começar pelo mapeamento dos processos atuais. A empresa precisa identificar como as informações entram, quais setores as utilizam, onde existem preenchimentos repetidos e quais decisões ainda dependem de controles manuais.
Depois desse diagnóstico, é possível comparar os recursos oferecidos por cada fornecedor. A aderência aos processos industriais deve ter mais peso do que uma lista extensa de funcionalidades administrativas.
Alguns critérios merecem atenção:
Durante a demonstração, vale utilizar situações reais da empresa. Em vez de observar apenas telas genéricas, apresente ao fornecedor um exemplo de produto personalizado e pergunte como as informações passariam pela proposta, pelo pedido, pela produção e pelo financeiro.
Também é importante envolver representantes dos setores que utilizarão o sistema. Comercial, produção, compras, estoque e financeiro podem identificar necessidades que passariam despercebidas em uma avaliação concentrada somente na diretoria.
A escolha de um ERP para indústria de elevadores influencia a rotina da empresa durante muitos anos. Por isso, o processo precisa considerar a qualidade da implantação, a capacidade do sistema e a preparação interna para mudar hábitos.
Depois de escolher a ferramenta, o próximo desafio consiste em transformar os recursos disponíveis em uma rotina gerencial consistente.
A Nomus publica conteúdos voltados para gestores e profissionais que desejam organizar processos, integrar setores e ampliar o controle sobre a operação industrial. Os materiais abordam produção, estoque, custos, finanças, qualidade, vendas e outras áreas importantes para a gestão de uma fábrica.
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Quais informações sua empresa precisa organizar agora para crescer com mais controle e transformar cada novo pedido em um processo bem estruturado? Vamos em frente!
Engenheiro Mecânico Industrial formado na UERJ, Sócio e diretor comercial da Nomus. Thiago já atuou em fábricas de diversos setores, como: Embarcações, perfuração submarina, metal mecânica, materiais de escritório, alimentício, cosméticos e tubulação.
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