Atualizado em 6/10/26 - Escrito por Rafaela Barreto na(s) categoria(s): ERP
ERP para indústria de artefatos de plástico é um sistema de gestão integrado preparado para controlar processos como produção, estoque, faturamento, financeiro e operações fiscais específicas desse segmento, incluindo situações em que a fábrica recebe materiais de terceiros para realizar a industrialização.
Em uma empresa que trabalha com injeção plástica, a complexidade aparece em diferentes pontos da rotina. É preciso cadastrar corretamente produtos e materiais, acompanhar entradas e saídas, emitir documentos fiscais adequados a cada operação, controlar compromissos financeiros e garantir que as informações continuem disponíveis para quem precisa executar o trabalho.
O caso da Bonpoint mostra bem essa realidade. A indústria precisava substituir seu antigo ERP em caráter de urgência porque a ferramenta seria descontinuada, ao mesmo tempo em que precisava preservar processos essenciais como emissão de notas fiscais, contas a pagar, contas a receber e operações relacionadas à industrialização para terceiros.
Ao longo deste artigo, você vai entender como a experiência da Bonpoint ajuda a:
Antes de avançar, assista à entrevista completa com Kauã Silva e conheça a experiência da Bonpoint com o Nomus ERP Industrial:
Agora vamos entender o que esse caso ensina para outras indústrias de transformação plástica.
Um ERP para indústria de artefatos de plástico centraliza informações administrativas, fiscais, financeiras, comerciais, de estoque e de produção utilizadas para administrar uma fábrica do segmento. A ideia é fazer com que os registros gerados em uma área possam alimentar os demais processos relacionados, reduzindo digitações repetidas e controles paralelos.
Esse ponto ganha importância porque uma indústria plástica pode trabalhar com modelos de operação bastante diferentes dentro da mesma empresa. Há fabricantes que produzem e comercializam itens próprios, empresas especializadas exclusivamente em injeção para terceiros e organizações que combinam os dois modelos.
A Bonpoint está justamente nesse terceiro grupo. A empresa, localizada no estado de São Paulo, trabalha com produtos de puericultura leve, incluindo itens como banheiras e andadores, e também presta serviços de injeção plástica para outras empresas.
Nesse serviço, o cliente pode fornecer molde e matéria-prima para que a Bonpoint execute a transformação. Isso exige controle sobre materiais pertencentes a terceiros, documentos de entrada, industrialização realizada, retorno dos produtos e respectivas movimentações fiscais.
Um ERP genérico pode atender bem atividades administrativas básicas, porém a indústria precisa verificar até onde a ferramenta acompanha as particularidades de sua operação. Quanto maior a quantidade de exceções tratadas manualmente, maior tende a ser o retrabalho da equipe.
Por isso, ao avaliar um ERP para indústria de artefatos de plástico, vale observar a aderência da ferramenta aos processos reais da fábrica antes de olhar apenas para uma lista de funcionalidades.
Essa análise fica ainda mais importante quando a empresa já depende do ERP para atividades que precisam acontecer todos os dias, como ficou evidente durante a troca de sistema realizada pela Bonpoint.
Antes de utilizar o Nomus ERP Industrial, a Bonpoint já contava com outro sistema de gestão. Segundo Kauã Silva, profissional da área administrativa da empresa, a solução anterior apresentava dificuldades de usabilidade e a equipe enfrentava problemas principalmente quando precisava de atendimento e suporte técnico.
A situação se tornou mais delicada quando a Bonpoint soube que esse ERP seria descontinuado. A empresa poderia ficar sem atualizações e, posteriormente, enfrentar limitações em atividades fundamentais da rotina administrativa.
Entre essas atividades estava a emissão de notas fiscais.
Para uma fábrica em operação, esse tipo de risco precisa ser tratado com cuidado. Uma falha em um processo fiscal pode impedir faturamentos, atrasar expedições, consumir horas da equipe administrativa e afetar diretamente o fluxo financeiro da empresa.
Nesse cenário, procurar um ERP para indústria de artefatos de plástico deixou de ser apenas um projeto de modernização. A Bonpoint precisava organizar uma transição capaz de preservar sua continuidade operacional.
A empresa já tinha uma referência importante dentro da própria equipe. Jéssica, profissional que participou da escolha do novo sistema, havia trabalhado com o Nomus em outras empresas e conhecia a ferramenta. A solução foi apresentada à diretoria e, após a aprovação, iniciou-se uma implantação com prioridade para as atividades indispensáveis.
Esse detalhe merece atenção porque trocar um ERP às pressas aumenta os riscos do projeto. Existem cadastros, parametrizações, regras fiscais, treinamentos e processos internos que precisam ser compreendidos antes de entrar em operação.
A alternativa adotada foi dividir a implantação em fases. Primeiro, foram tratados os pontos necessários para manter a empresa operando. Depois, a equipe ganhou espaço para avançar em outros processos com um ritmo mais adequado à sua realidade.
Em poucas semanas, cadastros, notas fiscais e rotinas financeiras essenciais já estavam funcionando no novo ambiente.
Essa experiência traz uma pergunta importante para qualquer gestor: se o ERP utilizado atualmente deixasse de atender sua empresa, sua equipe saberia quais processos precisariam entrar primeiro em uma implantação emergencial?
A resposta passa por entender a operação com profundidade, principalmente quando a fábrica trabalha com materiais pertencentes a outras empresas.
A industrialização para terceiros adiciona uma camada importante de controle dentro de uma indústria de transformação plástica. O fabricante recebe materiais que pertencem ao cliente, executa determinada etapa produtiva e posteriormente realiza o retorno conforme a estrutura comercial e fiscal adotada na operação.
Na Bonpoint, outras empresas podem encaminhar moldes e matérias-primas para que a fábrica realize a injeção das peças. Por isso, parte da rotina administrativa envolve documentos relacionados à entrada, industrialização e retorno desses materiais e produtos.
Um ERP para indústria de artefatos de plástico precisa ajudar a equipe a organizar essas movimentações sem obrigar o usuário a reconstruir manualmente todo o histórico da operação cada vez que uma nota precisa ser emitida.
Há também uma questão importante de propriedade do estoque. Um material fisicamente armazenado dentro da fábrica pode pertencer a outra empresa. Se essa separação não estiver organizada nos registros, o saldo físico e o saldo econômico podem ser interpretados de maneira incorreta.
Isso interfere em inventários, movimentações, conferências fiscais e na capacidade de identificar o que realmente pertence à empresa.
No caso da Bonpoint, Kauã destaca que consegue trabalhar com diferentes tipos de operação durante a emissão dos documentos. A flexibilidade para configurar a utilização do sistema foi um ponto percebido positivamente pela equipe.
Além disso, dúvidas tributárias eventualmente precisam de apoio especializado. O próprio Kauã comenta na entrevista que boa parte de suas solicitações de suporte está relacionada justamente a questões desse tipo.
Quando a operação fiscal acompanha uma movimentação física complexa, a qualidade da parametrização passa a ter impacto direto na rotina da empresa. Um cadastro inadequado pode gerar correções, retrabalho e dificuldade para conferir documentos posteriormente.
Por isso, a escolha do ERP para indústria de artefatos de plástico deve considerar tanto a tecnologia quanto a capacidade do fornecedor de compreender as situações enfrentadas por uma fábrica.
Depois de estruturar essas regras, a próxima preocupação passa a ser colocar o sistema em funcionamento sem transformar a implantação em um projeto interminável.
A implantação da Bonpoint começou priorizando os processos indispensáveis para a continuidade da empresa. Em vez de tentar colocar todas as possibilidades do sistema em uso simultaneamente, a equipe concentrou esforços nos cadastros, emissão de documentos e controles financeiros.
Esse formato permitiu que o novo ambiente começasse a sustentar rapidamente atividades do dia a dia. A expansão para outros processos poderia acontecer posteriormente, conforme a disponibilidade e as prioridades da empresa.
A participação da equipe interna também teve peso nesse processo. Os profissionais da Bonpoint realizaram levantamentos, executaram atividades necessárias para a implantação e participaram dos treinamentos.
Um ERP para indústria de artefatos de plástico depende desse envolvimento porque o fornecedor conhece a ferramenta, mas grande parte do conhecimento sobre produtos, clientes, regras comerciais e características da operação está dentro da própria fábrica.
A implantação precisa conectar esses dois conhecimentos.
Quando isso acontece, o treinamento também passa a ter outro papel. Além de ensinar quais botões devem ser utilizados, ele ajuda os usuários a entenderem como o processo da empresa será representado dentro do sistema.
No caso da Bonpoint, essa autonomia aparece claramente no relato de Kauã. Mesmo sem experiência anterior com outros ERPs, ele conta que consegue cadastrar produtos, pessoas, clientes, materiais e trabalhar com diferentes operações dentro da ferramenta.
Esse domínio reduz a necessidade de acionar suporte para pequenas alterações do cotidiano. Ao mesmo tempo, quando surgem questões mais específicas, principalmente ligadas à tributação, o canal de atendimento continua disponível.
Segundo Kauã, as respostas do suporte costumam acontecer em questão de minutos, enquanto na experiência anterior havia situações em que o retorno poderia levar um ou dois dias.
Em uma indústria, esse intervalo tem consequência prática. Uma dúvida relacionada a faturamento no início do expediente pode bloquear uma atividade que precisa acontecer naquele mesmo dia.
A velocidade da implantação, portanto, precisa vir acompanhada de treinamento e capacidade interna para sustentar o uso do sistema depois da entrada em operação. É justamente nessa etapa que as funcionalidades utilizadas diariamente começam a demonstrar seu impacto.
A Bonpoint ainda está ampliando gradualmente o uso do Nomus ERP Industrial. Atualmente, as áreas mais presentes na rotina relatada por Kauã estão ligadas a faturamento, documentos fiscais e financeiro.
Isso mostra uma característica importante na implantação de um ERP para indústria de artefatos de plástico: a empresa pode estabelecer uma base operacional e depois incorporar outras áreas de acordo com sua maturidade, disponibilidade da equipe e prioridades de gestão.
Os cadastros sustentam praticamente todas as movimentações posteriores do ERP. Informações incorretas nessa etapa podem aparecer mais tarde durante compras, faturamento, controle de estoque, produção ou análise de resultados.
Na Bonpoint, a própria equipe consegue cadastrar produtos, clientes, pessoas e materiais. Essa autonomia é importante porque novos itens e relações comerciais surgem durante a rotina e precisam entrar no sistema sem criar uma fila constante de solicitações externas.
Também existe flexibilidade para configurar os tipos de operação utilizados pela empresa. Para uma fábrica que realiza industrialização para terceiros, esse recurso ajuda a organizar situações fiscais diferentes dentro de um processo padronizado.
Cadastros bem estruturados criam uma base mais confiável para as etapas seguintes da operação.
Outra funcionalidade bastante utilizada pela Bonpoint é o painel de NF-e, juntamente com a criação de documentos de entrada e saída.
A equipe também criou modelos previamente configurados para determinadas emissões. Na prática, isso reduz a quantidade de informações que precisam ser reconstruídas manualmente em operações recorrentes.
Kauã cita justamente a otimização da emissão de notas fiscais como um dos principais ganhos percebidos depois da implantação.
Para quem procura um ERP para indústria de artefatos de plástico, esse tipo de padronização merece atenção porque parte do custo administrativo está escondida em pequenas tarefas repetidas dezenas ou centenas de vezes durante o mês.
Quando uma operação frequente pode utilizar um modelo validado, a equipe economiza tempo e diminui as oportunidades de preenchimentos inconsistentes.
O financeiro é outra área central na utilização atual do sistema. A Bonpoint alimenta diariamente informações de contas a pagar e contas a receber e consegue acompanhar vencimentos dentro do ERP.
Esse acompanhamento reduz a dependência de lembretes individuais e planilhas separadas. O usuário consegue visualizar contas vencidas e compromissos próximos da data de vencimento, trazendo mais organização para a rotina.
Quando o controle financeiro fica espalhado, um esquecimento administrativo aparentemente pequeno pode resultar em juros, cobranças, atraso de compromissos ou dificuldade para analisar o caixa.
Um ERP para indústria de artefatos de plástico que centraliza faturamento e financeiro cria condições melhores para acompanhar o ciclo completo entre documento emitido, valor a receber e respectivo vencimento.
Um exemplo disso é o Nomus ERP Industrial, utilizado pela Bonpoint para organizar esses processos dentro do mesmo ambiente.
Se você quer conhecer como esse tipo de estrutura funciona na prática, assista a uma demonstração do Nomus ERP Industrial:
Com os processos essenciais organizados, torna-se possível avaliar os resultados gerados pela mudança de sistema.
Um dos primeiros resultados foi a própria continuidade da operação durante uma troca emergencial de ERP. A empresa precisava sair de uma solução que seria descontinuada e conseguiu colocar as atividades prioritárias em funcionamento no novo sistema em poucas semanas.
Esse ponto costuma receber pouca atenção quando se fala em projetos de tecnologia. Porém, manter faturamento, financeiro e documentos operando durante uma transição já representa proteção direta da atividade empresarial.
Outro ganho relatado por Kauã está na emissão das notas fiscais. A possibilidade de trabalhar com modelos previamente configurados simplificou operações recorrentes e reduziu etapas manuais.
No financeiro, o acompanhamento de contas a pagar e contas a receber também ganhou organização. Em vez de depender exclusivamente de planilhas e da memória de quem realizou o lançamento, o sistema permite consultar vencimentos e identificar compromissos que exigem atenção.
Esse tipo de controle reduz riscos administrativos. Uma planilha pode continuar sendo útil para análises específicas, simulações ou controles temporários, mas sua utilização como base principal de processos críticos exige disciplina constante para garantir que todos atualizem as informações corretamente.
No ERP, diferentes atividades podem compartilhar a mesma base.
Por isso, um ERP para indústria de artefatos de plástico gera valor especialmente quando diminui a quantidade de pontos em que uma informação precisa ser copiada manualmente de um controle para outro.
A autonomia da equipe também aparece entre os resultados. O usuário consegue cadastrar informações e realizar determinadas configurações sem precisar solicitar intervenção técnica para toda alteração realizada no cotidiano.
Há ainda um benefício estrutural que deve aparecer com o tempo. Como a implantação foi faseada, a Bonpoint pode incluir novos processos dentro do ERP conforme identifica prioridades e prepara sua equipe.
O sistema passa a acompanhar a evolução da gestão em vez de obrigar a empresa a absorver toda a mudança de uma única vez.
E esse ponto leva a uma questão mais ampla: como outras indústrias do setor podem identificar se o ERP atual ainda acompanha a complexidade de suas operações?
O caso da Bonpoint traz aprendizados que vão além da simples substituição de software. Ele mostra como uma ferramenta de gestão se relaciona diretamente com processos que sustentam o funcionamento diário da fábrica.
O primeiro aprendizado está na continuidade operacional. Se emissão de notas, financeiro ou movimentações de materiais dependem do ERP, a empresa precisa conhecer os riscos associados à ferramenta e ao fornecedor utilizado.
Isso inclui atualizações, qualidade do atendimento e capacidade de evolução do produto.
O segundo ponto está na usabilidade. Um sistema com muitas funcionalidades gera pouco resultado quando as pessoas não conseguem utilizá-las com segurança. Kauã relata que não tinha experiência prévia com outros ERPs e, mesmo assim, conseguiu assumir atividades dentro da ferramenta após os treinamentos.
Portanto, ao pesquisar um ERP para indústria de artefatos de plástico, vale colocar os usuários que realmente executarão o processo diante do sistema durante a avaliação.
O terceiro aprendizado envolve suporte. Em atividades fiscais ou administrativas, algumas dúvidas precisam ser resolvidas enquanto a operação está acontecendo. Um atendimento demorado aumenta o tempo em que determinada tarefa fica parada e pode deslocar o problema para outros setores.
O quarto aspecto é a flexibilidade de implantação. A Bonpoint começou pelas necessidades essenciais e manteve espaço para evoluir gradualmente.
Essa lógica pode ser especialmente útil para pequenas e médias fábricas, onde as mesmas pessoas participam da implantação e continuam responsáveis pela rotina normal da empresa.
Existe ainda um quinto aprendizado ligado à integração. Faturamento, financeiro, estoque e produção fazem parte do mesmo fluxo econômico.
Uma nota emitida gera uma movimentação comercial e financeira. Um material recebido para industrialização possui reflexos físicos e fiscais. Uma conta vencida impacta caixa. Quando essas informações ficam separadas, aumenta o trabalho necessário para reconstruir o que aconteceu.
A principal transformação ocorre quando a empresa consegue enxergar esses eventos como partes conectadas da mesma operação.
Essa visão muda inclusive os critérios utilizados na escolha de um novo sistema.
Antes de contratar um ERP para indústria de artefatos de plástico, a empresa precisa mapear quais processos realmente diferenciam sua operação. Comparar fornecedores apenas pela quantidade de telas ou módulos pode esconder limitações que só aparecerão durante a implantação.
Uma indústria que presta serviço de injeção para terceiros, por exemplo, deveria demonstrar ao fornecedor como acontece o recebimento do material, qual documentação acompanha a operação, como o estoque de terceiros precisa ser identificado e como ocorre o retorno após a transformação.
O mesmo raciocínio vale para faturamento. A equipe pode selecionar algumas operações fiscais recorrentes e solicitar que sejam demonstradas utilizando cenários próximos da realidade da empresa.
Na área financeira, vale verificar como contas a pagar e contas a receber são geradas e acompanhadas, quais informações chegam automaticamente ao financeiro e quais dependem de novo lançamento manual.
Também é importante avaliar o processo de implantação. Pergunte quem realizará os levantamentos, como os treinamentos acontecem, de que forma serão organizados os cadastros e quais responsabilidades ficarão com sua equipe.
O suporte merece um teste prático durante a própria avaliação. Entenda quais são os canais disponíveis, quem atende as solicitações e qual conhecimento essa equipe possui sobre processos industriais.
Para uma fábrica com operação específica, a qualidade do atendimento pode ser tão importante quanto a qualidade técnica do software.
Finalmente, avalie a possibilidade de evolução. O sistema escolhido hoje precisa comportar processos que a empresa pretende organizar nos próximos anos, evitando que o crescimento volte a criar controles paralelos por falta de aderência.
A experiência da Bonpoint mostra que um ERP para indústria de artefatos de plástico pode começar pelos processos administrativos essenciais e depois avançar conforme a empresa estiver preparada para incorporar outras rotinas.
A escolha, portanto, precisa considerar tanto os problemas atuais quanto a estrutura que a indústria pretende construir.
O caso da Bonpoint mostra uma sequência útil para gestores que percebem limitações no ERP atual. O primeiro passo é identificar quais atividades sustentam diretamente a operação e quais riscos existem caso o sistema deixe de funcionar ou de receber atualizações.
Depois, vale mapear processos que consomem muitas intervenções manuais. Emissão repetitiva de documentos, controles financeiros espalhados, consultas em diversas planilhas e lançamentos duplicados são bons pontos para começar essa análise.
Em seguida, é preciso separar a necessidade imediata daquilo que pode entrar em uma segunda fase. Esse cuidado reduz a sobrecarga da equipe e permite colocar primeiro em funcionamento aquilo que protege faturamento, caixa e continuidade operacional.
Um ERP para indústria de artefatos de plástico também deve ser analisado pela capacidade de acompanhar as particularidades da fábrica. No caso de empresas que industrializam produtos de terceiros, isso inclui compreender como materiais, documentos fiscais e movimentações se relacionam.
A implantação da Bonpoint reforça outro aprendizado importante: tecnologia e processo precisam avançar juntos. O sistema organiza registros e automatiza atividades, enquanto a equipe precisa conhecer suas regras, manter cadastros coerentes e utilizar corretamente as informações geradas.
Quando essa base amadurece, novas áreas podem ser incorporadas e a empresa passa a construir uma gestão mais integrada.
A experiência também ajuda a enxergar a troca de ERP sob outra perspectiva. Adiar a decisão apenas porque a migração parece trabalhosa pode manter a fábrica dependente de um sistema que já cria dificuldades diariamente.
O custo desse cenário aparece aos poucos em horas administrativas, controles duplicados, erros, demora para encontrar informações e dificuldades para acompanhar o financeiro.
Hoje, o ERP utilizado pela sua indústria acompanha a complexidade real da operação ou sua equipe já precisa criar controles paralelos para conseguir trabalhar?
Casos como o da Bonpoint ajudam a transformar conceitos de gestão industrial em situações concretas. Ao observar como outras fábricas estruturam faturamento, financeiro, produção e processos fiscais, fica mais fácil identificar oportunidades de melhoria dentro da própria empresa.
Se você trabalha em uma indústria e quer continuar aprofundando seus conhecimentos sobre ERP, produção, estoque, custos, PCP, financeiro e outros temas ligados à gestão industrial, acompanhe os canais da Nomus:
O objetivo é continuar trazendo experiências práticas e conteúdos que ajudem sua empresa a construir mais controle, organização e clareza sobre seus processos. Vamos em frente!
Líder de Parcerias na Nomus; Jornalista formada na UFJF, pós-graduada em Transformação Digital pela USP e em Marketing pela USP
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