Curso da Reforma Tributária para Contadores

Entenda as principais mudanças da Reforma Tributária com Cleiton Antunes, especialista da Thomson Reuters, e descubra como preparar seus clientes para o novo cenário fiscal.

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Curso da Reforma Tributária para Contadores: aprenda com especialista da Thomson Reuters


Atualizado em 30/10/26 - Escrito por Thiago Leão na(s) categoria(s): Fiscal

O curso da reforma tributária para contadores é uma capacitação voltada aos profissionais da contabilidade que precisam compreender as mudanças na tributação brasileira e orientar seus clientes durante a transição para o novo sistema de impostos sobre o consumo.

Com a chegada do IBS, da CBS e do Imposto Seletivo, os escritórios contábeis precisam se preparar para mudanças que vão além do cálculo dos tributos. As novas regras também podem afetar a formação de preços, a escolha de fornecedores, o planejamento financeiro e a competitividade das empresas.

Pensando nisso, a Academia Nomus disponibiliza um curso apresentado por Cleiton Antunes, especialista em conteúdo e treinamento da Thomson Reuters, empresa responsável pela Domínio Sistemas. Durante a aula, ele explica os principais pontos da reforma tributária e mostra por que o contador terá um papel cada vez mais estratégico nas decisões empresariais.

Neste artigo, você vai descobrir:

  • O que é abordado no curso e quais conhecimentos você pode desenvolver.
  • Como funcionam as mudanças tributárias previstas entre 2026 e 2033.
  • Quais os impactos do IBS, CBS e Imposto Seletivo na rotina contábil e nas empresas.
  • Como o contador pode assumir um papel consultivo, ajudando seus clientes a se prepararem.
  • Onde acessar o treinamento disponibilizado pela Academia Nomus.

Se você trabalha com contabilidade e deseja se atualizar sobre a reforma tributária, continue a leitura para conhecer o conteúdo da capacitação.

O que é o curso da reforma tributária para contadores?

O curso da reforma tributária para contadores é uma aula de capacitação profissional que apresenta as principais alterações no sistema tributário brasileiro, com foco nos tributos sobre o consumo e nas consequências práticas para empresas e escritórios contábeis.

A capacitação é conduzida por Cleiton Antunes, da Thomson Reuters, especialista que possui mais de mil horas de experiência em treinamentos sobre contabilidade, obrigações acessórias e temas fiscais.

A proposta do treinamento é ajudar os profissionais contábeis a compreenderem o funcionamento das novas regras e a identificarem como essas mudanças podem afetar seus clientes.

Um dos principais temas da apresentação é o novo papel estratégico do contador na reforma tributária. Afinal, durante a transição, as empresas precisarão de orientações para avaliar a carga tributária, revisar preços, organizar o fluxo de caixa e tomar decisões sobre seus negócios.

Para isso, a aula combina explicações sobre a legislação, exemplos de operações empresariais e demonstrações de ferramentas utilizadas na análise dos impactos tributários.

O treinamento está disponível na Academia Nomus, plataforma de capacitação que reúne conteúdos para o desenvolvimento de conhecimentos profissionais.

Acesse a Academia Nomus e confira o curso da Reforma Tributária para Contadores

Antes de iniciar o treinamento, vale conhecer os principais assuntos abordados e entender por que eles são importantes para a atuação contábil nos próximos anos.

O que você vai aprender no curso da reforma tributária?

O curso apresenta uma visão ampla da reforma tributária do consumo, começando pelas mudanças na legislação e avançando para questões práticas que envolvem tributos, planejamento e gestão empresarial.

O conteúdo utiliza como referências a Emenda Constitucional nº 132/2023 e a Lei Complementar nº 214/2025, responsáveis por estabelecer pontos fundamentais do novo modelo tributário.

Durante a aula, também são abordadas situações que ajudam o contador a relacionar as mudanças legais com a realidade dos clientes atendidos pelo escritório.

1. Como funciona o novo sistema tributário brasileiro

O primeiro assunto é a estrutura da reforma tributária e a substituição gradual de tributos atualmente utilizados no Brasil.

O modelo introduz o chamado IVA dual, formado por dois tributos:

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): de competência compartilhada entre estados e municípios, substituirá gradualmente o ICMS e o ISS.
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): de competência federal, substituirá o PIS e a Cofins.

O treinamento explica como esses tributos funcionarão, quais características compartilham e o que muda em relação ao sistema anterior.

Entre as principais novidades estão a ampliação da base de incidência e o modelo de não cumulatividade, que permite o aproveitamento de créditos tributários conforme as condições estabelecidas na legislação.

Essas alterações são importantes para os contadores porque influenciam tanto a apuração dos impostos quanto as decisões comerciais de seus clientes.

2. Cronograma da reforma tributária de 2026 a 2033

Outro ponto importante da aula é o período de transição entre os dois sistemas tributários.

A implementação foi planejada de forma gradual, permitindo que empresas, profissionais contábeis e órgãos públicos adaptem seus processos.

Confira os principais marcos:

AnoPrincipais mudanças
2026Ano de testes, com alíquotas de referência de 0,9% para CBS e 0,1% para IBS e regras específicas de dispensa de recolhimento.
2027Início da cobrança da CBS, extinção do PIS e da Cofins, instituição do Imposto Seletivo e mudanças no IPI.
2028Continuidade da adaptação ao novo sistema, com CBS e IBS em operação conforme as regras de transição.
2029 a 2032Redução gradual do ICMS e do ISS, acompanhada pelo aumento da participação do IBS.
2033Implantação integral do novo modelo, com extinção do ICMS e do ISS.

O cronograma permite compreender por que a preparação precisa começar antes da substituição completa dos tributos.

Durante parte da transição, regras do sistema atual e do novo modelo serão utilizadas simultaneamente. Isso exige atenção aos documentos fiscais, às atualizações da legislação e aos cálculos realizados pelas empresas.

Para o escritório contábil, essa convivência aumenta a necessidade de organização, treinamento e acompanhamento dos clientes.

3. Não cumulatividade e aproveitamento de créditos

A não cumulatividade é uma das características mais importantes do IBS e da CBS.

De maneira simplificada, ela permite que uma empresa utilize créditos tributários relacionados às suas aquisições para compensar tributos devidos nas operações seguintes, respeitando as regras aplicáveis.

No curso, Cleiton explica como essa sistemática pode alterar a relação entre compradores e fornecedores.

Imagine uma indústria que compra matérias-primas de diferentes empresas. Dependendo do regime tributário dos fornecedores e das condições de aproveitamento dos créditos, o custo efetivo dessas aquisições poderá ser diferente.

Isso significa que o preço apresentado na nota fiscal será apenas uma das informações consideradas na análise do custo de compra.

O contador precisará avaliar a tributação envolvida, as possibilidades de crédito e os efeitos dessas operações sobre o resultado da empresa.

A aula também aborda a relação entre aproveitamento de créditos e pagamento dos tributos, incluindo o papel que os mecanismos de recolhimento terão na nova sistemática.

4. Split payment e seus impactos no fluxo de caixa

O split payment é outro tema de destaque no treinamento.

Trata-se de um mecanismo que permite separar os valores correspondentes aos tributos durante a liquidação financeira de uma operação, direcionando-os ao recolhimento tributário conforme as regras aplicáveis.

Para entender o conceito, considere um exemplo simplificado apresentado na aula:

Uma empresa realiza uma venda com os seguintes valores:

  • Valor do produto: R$ 1.000,00.
  • IBS: R$ 180,00.
  • CBS: R$ 90,00.
  • Valor total da operação: R$ 1.270,00.

Em uma situação hipotética de segregação integral dos tributos no pagamento, R$ 1.000,00 seriam destinados ao fornecedor, enquanto R$ 270,00 seriam direcionados ao recolhimento dos impostos.

Os valores são ilustrativos e servem apenas para demonstrar o funcionamento do mecanismo.

O principal ponto discutido no curso é o possível impacto sobre o capital de giro das empresas.

Atualmente, determinados tributos são recolhidos depois da realização das vendas, conforme seus respectivos prazos de vencimento. Isso significa que, em algumas operações, o valor correspondente ao imposto permanece temporariamente no caixa empresarial.

Com o split payment, a dinâmica financeira poderá mudar, exigindo maior atenção ao planejamento de recebimentos, pagamentos e necessidades de capital de giro.

O treinamento explica por que esse assunto merece acompanhamento dos contadores, especialmente considerando a implementação gradual do mecanismo e sua regulamentação.

5. Imposto Seletivo e mudanças no IPI

O curso também apresenta as alterações que envolvem o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a criação do Imposto Seletivo (IS).

Esses assuntos são especialmente relevantes para profissionais que atendem indústrias, importadoras e empresas que comercializam determinados produtos.

A reforma prevê a redução a zero das alíquotas do IPI para grande parte dos produtos a partir de 2027, preservando situações específicas relacionadas à Zona Franca de Manaus.

Já o Imposto Seletivo tem como finalidade desestimular o consumo de determinados bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente.

Entre as categorias abordadas no treinamento estão bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas, produtos fumígenos, veículos e determinados bens minerais, observadas as condições legais de incidência.

Cleiton também explica a natureza monofásica do Imposto Seletivo, sua forma de cálculo e os impactos que ele pode gerar sobre os preços de venda.

Para o contador, compreender essas particularidades será importante na orientação de clientes que trabalham com produtos sujeitos às novas regras.

E, considerando que a reforma pode alterar custos e condições comerciais, surge uma pergunta importante: como ajudar uma empresa a descobrir se seus preços continuarão adequados quando a nova tributação entrar em vigor?

Essa é uma das discussões que levam ao próximo tema da capacitação.

Como a reforma tributária muda o papel do contador?

Um dos principais objetivos do curso da reforma tributária para contadores é mostrar como os profissionais contábeis podem ampliar sua participação nas decisões empresariais.

A necessidade de interpretar a legislação continuará sendo fundamental. Entretanto, as mudanças também exigirão capacidade de avaliar cenários, identificar riscos e apresentar informações que ajudem os empresários a tomar decisões.

Isso abre espaço para uma atuação mais próxima da contabilidade consultiva, na qual o contador utiliza seu conhecimento técnico para auxiliar no planejamento e na gestão das empresas.

Planejamento tributário e escolha de regimes

A reforma tributária cria novas possibilidades de análise para empresas enquadradas em diferentes regimes tributários.

Um dos exemplos apresentados no curso envolve o Simples Nacional.

O regime continuará existindo, mas as empresas poderão avaliar a possibilidade de recolher IBS e CBS pelo regime regular, mantendo os demais tributos abrangidos pelo Simples Nacional nas condições aplicáveis.

Essa opção pode produzir efeitos diferentes conforme o perfil de clientes e fornecedores de cada negócio.

Uma indústria que vende principalmente para outras empresas, por exemplo, pode precisar avaliar como o aproveitamento de créditos tributários influencia suas relações comerciais.

Já uma empresa que comercializa produtos diretamente ao consumidor final poderá apresentar características diferentes nessa análise.

O contador terá a função de simular os cenários e explicar as consequências de cada alternativa, considerando a legislação e a realidade do cliente.

Formação de preços e preservação das margens

Outro campo de atuação é a revisão dos preços de produtos e serviços.

A mudança na estrutura dos tributos pode alterar o custo das aquisições, o aproveitamento de créditos e a carga tributária das operações de venda.

Considere uma indústria de máquinas que compra componentes de diferentes fornecedores e utiliza essas peças na fabricação de seus produtos.

Se a nova sistemática tributária modificar o custo efetivo desses componentes, a empresa precisará analisar como essa diferença afeta seu custo de produção.

Dependendo do resultado, será necessário avaliar a tabela de preços, os contratos comerciais e a margem de contribuição dos produtos.

Uma formação de preços desatualizada pode comprometer a rentabilidade da empresa, mesmo quando o volume de vendas permanece estável.

Nesse cenário, o contador pode contribuir fornecendo informações tributárias e realizando simulações junto aos responsáveis pelas áreas financeira, comercial e de custos.

Análise de clientes e fornecedores

O perfil dos parceiros comerciais também terá importância na transição tributária.

No treinamento, Cleiton apresenta situações em que as condições de aproveitamento de créditos podem influenciar as relações entre empresas optantes pelo Simples Nacional e aquelas enquadradas no regime regular.

Por isso, conhecer o regime tributário dos principais clientes e fornecedores pode ajudar o contador a identificar oportunidades e riscos.

O objetivo é oferecer informações que permitam aos empresários avaliar suas compras e vendas de maneira mais completa.

Essa análise também pode contribuir para negociações comerciais, planejamento de custos e decisões sobre a estrutura de fornecimento.

Planejamento financeiro

O planejamento do fluxo de caixa é outra frente de atuação destacada no curso.

Com mudanças nos tributos, possíveis alterações nos prazos financeiros e a implementação gradual do split payment, as empresas precisarão avaliar como manter recursos suficientes para suas obrigações operacionais.

O contador pode auxiliar nesse processo por meio de projeções, simulações e orientações sobre os efeitos financeiros das novas regras.

A qualidade desse trabalho dependerá da disponibilidade de informações sobre faturamento, contas a receber, contas a pagar, compras e obrigações tributárias.

Quanto mais organizados estiverem esses dados, maior será a capacidade de analisar cenários e orientar decisões.

Como preparar os clientes para a reforma tributária?

Além de explicar a legislação, o treinamento apresenta seis frentes de preparação para que contadores e empresas possam enfrentar a transição com maior organização.

Essas recomendações ajudam a transformar o conhecimento técnico em atividades práticas.

1. Mapear produtos e serviços

A primeira etapa consiste em identificar os produtos e serviços comercializados pelos clientes e avaliar seu enquadramento tributário.

Para indústrias, esse processo envolve atenção especial à NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) e às classificações aplicáveis no IBS e na CBS.

Também é importante verificar se existem produtos sujeitos a tratamentos diferenciados, reduções ou incidência do Imposto Seletivo.

Erros de classificação podem comprometer a emissão de documentos fiscais e os cálculos tributários.

2. Revisar preços e contratos

Com o mapeamento realizado, o próximo passo é avaliar os efeitos da reforma sobre os preços praticados.

O contador pode trabalhar junto aos gestores para identificar possíveis alterações de custos, carga tributária e margens.

Contratos de fornecimento e operações de longo prazo merecem atenção porque podem atravessar diferentes etapas do período de transição.

A revisão antecipada permite identificar situações que precisam de negociação ou adequação.

3. Acompanhar a legislação

A reforma tributária possui um cronograma definido, mas sua aplicação depende de regulamentações, orientações técnicas e atualizações normativas.

Por isso, o acompanhamento da legislação precisa fazer parte da rotina dos escritórios.

É importante consultar fontes oficiais, como a Receita Federal, o Comitê Gestor do IBS e os demais órgãos responsáveis pela implementação das novas regras.

Esse cuidado é necessário para evitar decisões baseadas em informações desatualizadas.

4. Testar sistemas e documentos fiscais

Os sistemas utilizados pelas empresas precisarão trabalhar com as informações exigidas pelo novo modelo tributário.

Entre os pontos de atenção estão os códigos de classificação tributária, as situações tributárias e os campos específicos de IBS e CBS nos documentos fiscais eletrônicos.

O treinamento destaca a importância de realizar testes para identificar problemas antes que eles afetem as operações.

Para uma indústria, isso significa verificar se as informações fiscais utilizadas nas vendas e compras estão devidamente configuradas.

5. Planejar o fluxo de caixa

O planejamento financeiro deve considerar os possíveis efeitos das mudanças tributárias sobre o dinheiro disponível na empresa.

Simular diferentes condições de recebimento, recolhimento de impostos e pagamento de fornecedores ajuda a identificar necessidades futuras de capital de giro.

Essa análise é especialmente importante para empresas com ciclos de produção longos ou prazos elevados de recebimento.

6. Treinar as equipes

Por fim, o curso reforça a importância da capacitação dos profissionais envolvidos.

Embora o contador tenha papel central na interpretação das novas regras, a preparação também precisa envolver as pessoas responsáveis pelos processos de compras, vendas, faturamento e gestão financeira.

Uma classificação tributária correta, por exemplo, depende de informações adequadas sobre os produtos e as operações realizadas.

Quando cada área compreende suas responsabilidades, a empresa consegue reduzir falhas e organizar melhor sua adaptação.

Se você deseja aprofundar esses conhecimentos, acesse o curso da reforma tributária para contadores disponibilizado na Academia Nomus e acompanhe as explicações de Cleiton Antunes.

Acessar o curso na Academia Nomus

Como a tecnologia pode ajudar o contador durante a transição?

Outro assunto apresentado por Cleiton é a utilização de ferramentas para analisar os efeitos da reforma tributária.

Durante a aula, o especialista demonstra recursos do módulo de Reforma Tributária do Domínio Sistemas, da Thomson Reuters.

As ferramentas apresentadas permitem realizar simulações de carga tributária, comparar regimes, avaliar o perfil de clientes e fornecedores e analisar possíveis mudanças nos preços de produtos e serviços.

Também são demonstradas funcionalidades relacionadas à classificação tributária e ao apoio à aprendizagem.

Esses exemplos ajudam a compreender como a tecnologia pode facilitar atividades que exigiriam grande volume de cálculos e conferências manuais.

Simulações tributárias e apoio à decisão

Uma das demonstrações utiliza dados fiscais de uma empresa para comparar a tributação atual com cenários projetados para 2027 e 2033.

Cleiton mostra como alterações nas premissas utilizadas podem modificar significativamente o resultado da simulação.

Isso reforça a importância de avaliar cada situação antes de recomendar decisões ao cliente.

Outro exemplo envolve a comparação entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, considerando as características de cada regime.

O objetivo é permitir que o contador identifique possibilidades de planejamento e analise seus efeitos econômicos.

Integração entre informações fiscais e gestão empresarial

A preparação tecnológica também é importante dentro das empresas atendidas pelos escritórios.

No caso das indústrias, informações tributárias estão relacionadas a diversos processos, como cadastro de produtos, compras de matérias-primas, emissão de notas fiscais, controle de estoques e formação de custos.

Se esses dados estiverem desatualizados ou distribuídos em sistemas que não se comunicam, a equipe poderá enfrentar dificuldades para realizar análises confiáveis.

Por isso, a integração entre os setores pode contribuir para a adaptação.

Um exemplo disso é o Nomus ERP Industrial, sistema de gestão especializado em indústrias que reúne processos como compras, estoque, produção, vendas, faturamento e gestão financeira.

A centralização das informações ajuda os gestores a acompanhar suas operações e disponibilizar dados para análises contábeis e financeiras.

Na preparação para a reforma tributária, essa organização é importante para que os profissionais responsáveis tenham acesso aos dados necessários para verificar processos, custos e documentos fiscais.

A tecnologia, portanto, pode auxiliar tanto no trabalho do escritório contábil quanto na gestão dos clientes industriais.

Como acessar o curso da reforma tributária para contadores na Academia Nomus?

Para assistir ao treinamento apresentado por Cleiton Antunes, da Thomson Reuters, basta acessar a Academia Nomus, onde o conteúdo foi disponibilizado.

A plataforma reúne materiais de capacitação para profissionais interessados em ampliar seus conhecimentos sobre gestão, processos e assuntos relacionados à atividade empresarial.

Para encontrar o curso, siga estes passos:

  1. Acesse a Academia Nomus: entre em https://academia.nomus.com.br/homepage.
  2. Entre na plataforma: utilize as opções de acesso apresentadas no site.
  3. Localize o treinamento sobre reforma tributária: procure o conteúdo apresentado por Cleiton Antunes, da Thomson Reuters.
  4. Assista à aula: acompanhe as explicações sobre IBS, CBS, Imposto Seletivo, split payment e o papel estratégico do contador.
  5. Aplique os conhecimentos: utilize os assuntos estudados como referência para organizar as análises necessárias em seus clientes.

O conteúdo é indicado principalmente para contadores, profissionais de departamentos fiscais, consultores tributários e pessoas que participam do planejamento contábil e financeiro das empresas.

Gestores que desejam compreender os impactos da reforma tributária em seus negócios também podem aproveitar os conhecimentos apresentados.

Acesse agora a Academia Nomus e conheça o curso da Reforma Tributária para Contadores

Por que fazer um curso de reforma tributária agora?

A reforma tributária já está produzindo mudanças na rotina fiscal brasileira e ainda terá etapas importantes de implementação até 2033.

Os próximos anos exigirão que profissionais contábeis acompanhem regras de diferentes sistemas tributários, orientem seus clientes e participem de decisões que podem afetar diretamente o resultado das empresas.

Para os escritórios, a capacitação pode contribuir para melhorar a qualidade das orientações prestadas e ampliar a capacidade de oferecer serviços consultivos.

Para os profissionais que trabalham dentro das empresas, o conhecimento ajuda a identificar os processos que precisam ser revisados e as informações necessárias para realizar uma transição organizada.

O curso apresentado por Cleiton Antunes oferece uma oportunidade de estudar esses temas de forma estruturada, com explicações sobre a legislação e exemplos relacionados à realidade empresarial.

Entretanto, é importante manter o acompanhamento das atualizações legais e técnicas, já que determinados procedimentos e cronogramas de implementação podem passar por ajustes.

O próximo passo é avaliar quais clientes e operações exigem maior atenção e começar a estudar os impactos específicos de cada negócio.

Acesse a Academia Nomus, acompanhe o curso e utilize o conhecimento adquirido para fortalecer sua atuação profissional.

Continue aprendendo com a Nomus

Acompanhar as mudanças tributárias é uma parte importante do desenvolvimento profissional de quem trabalha com contabilidade e gestão empresarial.

No Blog Industrial e nos canais da Nomus, você encontra conteúdos sobre gestão financeira, processos industriais, tecnologia e organização empresarial.

Acompanhe nossas publicações para continuar desenvolvendo conhecimentos que ajudem você e seus clientes a tomar decisões com mais segurança.

A reforma tributária traz novos desafios para os profissionais da contabilidade, mas também cria oportunidades para ampliar sua participação no planejamento das empresas.

Vamos em frente!

Seu escritório já possui informações suficientes para orientar cada cliente sobre os impactos da reforma tributária em seus custos, preços e fluxo de caixa?

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Autor do Artigo

Thiago Leão

Engenheiro Mecânico Industrial formado na UERJ, Sócio e diretor comercial da Nomus. Thiago já atuou em fábricas de diversos setores, como: Embarcações, perfuração submarina, metal mecânica, materiais de escritório, alimentício, cosméticos e tubulação.

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