Apontamento da produção: imprevistos te deixam POBRE

Atualizado em 12/02/20 - Escrito por Thiago Leão na(s) categoria(s): Custos e Finanças / Estratégia / Logística / Manuteção / Produção / Qualidade

Custos industriais

Você sabe quais são as dores da sua indústria? Quais problemas te impedem de crescer e expandir seu negócio? Conheça a série Dores da Indústria, onde mostramos para você o tratamento adequado para solucionar alguns imprevistos.

Neste artigo você pode conferir em vídeo e a transcrição completa do décimo nono Dores da Indústria, onde falamos sobre não saber quando acontece algum imprevisto, como quebra de máquina ou falta de matéria prima, na sua produção. Mostramos como buscar a solução desse grupo de tratamento voltado ao apontamento de produção.

VEJA MAIS – 6 dicas para implantar o apontamento no chão de fábrica

Talvez você nem saiba como esse problema possa estar afetando sua indústria. Clique no vídeo e veja melhor o tratamento dessa dor:

Esperamos ter te ajudado a identificar e tratar esse sintoma. Curta o vídeo, compartilhe e faça seu comentário, para podermos responder mais dúvidas. Sua interação é muito importante para nós.

Aguarde o próximo vídeo da série Dores da Indústria, toda quinta-feira, no Blog Industrial. Assista uma demonstração do nosso ERP Industrial e também acompanhe a Nomus no Papo de Produção.

Veja os outros vídeos da série Dores da indústria

Apontamento da produção: imprevistos te deixam POBRE

Vamos dar sequência as dores tratadas pelo apontamento da produção. Essa é a última dor prevista para esse tratamento, que é sobre não saber quando acontece algum imprevisto, como quebra de máquina ou falta de matéria prima, na sua produção.

Dores da Indústria

É sempre bom lembrar que nossa intenção é transformar essa dor em dinheiro. Sabendo a quantia da perda financeira você terá mais motivação para tratar essa dor. Até porque, o tratamento, muitas das vezes, é mais barato do que ter de conviver com esse problema para o resto da vida.

Apontamento em tempo real

Dependendo do sistema utilizado para coletar essas informações no chão de fábrica ou o próprio operador informar o problema no sistema, você tem a possibilidade de mandar um email, sms, em tempo real para o responsável de solucionar o problema.

Por exemplo…

A máquina quebrou. O operador da máquina vai no sistema, faz o apontamento indicando quebra de máquina. No mesmo momento que ele informa no sistema, o responsável pela manutenção recebe um email ou sms com a informação de que houve a quebra de máquina. Interessante, não é? A pessoa que vai resolver o problema sabe o que houve, exatamente na hora que aconteceu.

É muito diferente do que saber no dia seguinte. Vamos supor que o operador de máquina não tenha o contato do responsável pela manutenção. Assim, ele anota em um papel a quebra de máquina, para ser digitado no sistema apenas no dia seguinte. Desta forma a máquina fica parada 24 horas por quebra, ao passo que o responsável pela manutenção, ao saber que do problema pudesse resolvê-lo em menos de uma hora, resolvendo em tempo real.

Perda financeira

No mapa mental citamos dois problemas (quebra de máquina e falta de matéria prima), mas existem muitos outros, que causam parada de máquina. Ao saber no momento que o problema acontece, você consegue antecipar a resolução do problema.

Calculando

Vou simplificar para fazer a conta de sua perda financeira. Vamos pegar o valor da hora da sua máquina e você pode fazer uma reflexão de quantas horas de máquina parada você tem por mês, que podem ser reduzidas, caso o responsável pela solução do problema soubesse em tempo real.

Dando um exemplo diferente, vamos falar da falta do programa CNC. O programador CNC recebe na hora a informação. Ele poderia disponibilizar o programa só no dia seguinte ou algumas horas depois, mas fica sabendo na hora da parada de máquina.

Reflita

Reúna sua equipe, faça uma reunião com o “time”, se não tem esses dados ainda, e faça uma estimativa de quanto tempo sua máquina fica parada porque as pessoas que vão resolver a parada de máquina demoram para saber que aquele problema aconteceu.

Após fazer essa reflexão, multiplique a quantidade de horas pelo valor do tempo de máquina.

Exemplo…

Uma empresa com dez máquina, cada máquina funciona em um turno com hora extra, com cerca de duas mil horas disponíveis de máquina por mês (200 horas x 10 máquinas). A estimativa é que, pelo menos, 20 horas por mês (1 hora por dia) cada máquina fica parada sem necessidade, em média.

Sendo R$ 200 por hora de máquina o prejuízo financeiro chega a R$ 40 mil por mês, neste exemplo.

Veja na prática

Os resultados do apontamento da produção podem ser fantásticos para a sua indústria. Essas e outras praticidades podem ser vistas ao assistir uma apresentação do Nomus ERP Industrial, o software de gestão focado em indústrias e desenvolvido por engenheiros de produção.

Nomus ERP Industrial

Compartilhe esta matéria:


Tags: ,


Engenheiro Mecânico Industrial formado na UERJ e especialista em implantação de sistemas de gestão Industrial na Nomus. Thiago já atuou em fábricas de diversos setores, como: Embarcações, perfuração submarina, metal-mecânica, materiais de escritório, alimentício, cosméticos e tubulação.