Apontamento da produção: a interface é ruim

Atualizado em 16/12/20 - Escrito por Pedro Parreiras na(s) categoria(s): Processos e Organização / Produção

Chão de fábrica

Você sabe quais são as dores da sua indústria? Quais problemas te impedem de crescer e expandir seu negócio? Começa a série Dores da Indústria, onde mostramos para você o tratamento adequado para solucionar suas dificuldades.

Neste artigo você pode conferir em vídeo e a transcrição completa do décimo quinto Dores da Indústria, onde falamos sobre a interface do sistema com o usuário não ser amigável para apontamentos. Mostramos como buscar a solução desse grupo de tratamento voltado ao apontamento de produção, quando você não consegue fazer apontamento da minha produção em tempo real.

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Talvez você nem saiba como esse problema possa estar afetando sua indústria. Clique no vídeo e veja melhor o tratamento dessa dor:

Esperamos ter te ajudado a identificar e tratar esse sintoma. Curta o vídeo, compartilhe e faça seu comentário, para podermos responder mais dúvidas. Sua interação é muito importante para nós.

Aguarde o próximo vídeo da série Dores da Indústria, toda quinta-feira, no Blog Industrial. Assista uma demonstração do nosso ERP Industrial e também acompanhe a Nomus no Papo de Produção.

Veja os outros vídeos da série Dores da indústria

TranscriçãoApontamento da produção: a interface é uma MERDA

Seguimos nas dores tratadas com o apontamento efetivo da produção. Visitamos um cliente, recentemente, e pudemos comprovar o quanto uma melhor gestão industrial pode trazer benefícios e tornar possível o cálculo do impacto financeiro trazido para o seu negócio. Pegando a lógica do Dores da Indústria pode se fazer o contrário: a cada problema não tratado, qual valor financeiro perdido.

Essa é a ideia do Dores da Indústria, calcular a perda financeira. Cada caso é um caso, cada indústria terá uma forma de calcular diferente o quanto ela está perdendo por ter determinado problema, que pode ser tratado sem efeitos colaterais.

Apontamento da produção

No último artigo da série Dores da Indústria falamos sobre não consegue fazer apontamento da minha produção em tempo real, com o motivo de ter formulários em papel no chão de fábrica que precisam ser digitados. Agora vamos falar sobre a interface do sistema com o usuário não ser amigável para apontamentos.

Tendo um sistema no chão de fábrica e como a interface dele não é amigável, por vezes o próprio operador poderia fazer o apontamento da produção, sem ter o hábito de usar sistemas de computador, tem o hábito de usar caixa eletrônico de banco, aplicativos de celular, que são sistemas com interfaces amigáveis. Colocando o funcionário para utilizar um sistema de 300 horas de treinamento, com interface super complexa, precisando clicar em diversos botões, mudar de tela várias vezes, ele acaba não fazendo. Um dos motivos da sua indústria não fazer o apontamento da produção em tempo real pode ser não ter a interface do sistema com o usuário não ser amigável para apontamentos.

Perda financeira

A gestão do chão de fábrica é meu xodó, porque o ERP Industrial da Nomus nasceu desse local. Fico encantado com os ganhos que uma indústria tem gerenciando melhor o chão de fábrica. Vamos pegar o problema de ter a informação com atraso, informação que não seja em tempo real. Vamos pegar um exemplo e a partir dele você faz uma analogia para sua indústria e faz uma conta também.

Essa é a hora do Dores da Indústria de pegar papel, caneta, abrir uma planilha, bloco de notas no computador, pegar celular, calculadora e começar a pensar. Acredito que a partir do momento que você criar consciência que está perdendo dinheiro por ter uma interface do sistema com o usuário não ser amigável para apontamentos, vai se preocupar em investir na gestão do chão de fábrica e ter o apontamento da produção,  que seria o tratamento desse tipo de problema.

Chão de fábrica

Informação atrasada

Não informar para o sistema que um determinado problema aconteceu na hora exata, lançando a informação no dia seguinte. Se essa informação for de uma máquina, que parou por falta de uma determinada informação. Quantas horas você tem de máquina parada por mês por falta de informação? Dando um exemplo de informação, no programa CNC, desenho da peça ou procedimento para produção de uma determinada receita, qualquer informação necessária para a sequência da produção, por algum motivo, não não ocorreu e a pessoa responsável pela informação só fica sabendo no dia seguinte e máquina fica parada um dia. Com a informação lançada em tempo real, o responsável já pode tomar uma ação em tempo real.

É simples, temos várias formas de calcular perda financeira por máquina parada. Vamos pegar o conceito mais básico, preço da hora da máquina, além da mão de obra parada envolvida também.

Exemplificando com a média de R$100 por hora.

Existem máquinas que tem custo muito maior. Se a máquina for um gargalo, o valor aumenta muito mais. Com uma média de parada de duas horas por dia, por não ter informação em tempo real no sistema, você perde R$200 por dia, acumulando uma perda de, aproximadamente, R$4 mil por mês (considerando 20 dias trabalhados), por não ter um sistema com interface amigável.

Essa é uma forma simples de calcular. É necessário pegar a sua realidade e calcular o quanto de dinheiro você está perdendo, porque a interface do sistema com o usuário não ser amigável para apontamentos. Assim você deixa para fazer o apontamento da produção no dia seguinte ou acaba não fazendo.

Existem várias outras formas de calcular esse impacto financeiro. Tenho certeza que colocando o apontamento da produção em tempo real vai gerar um ganho muito maior que esse, que trouxemos como exemplo. Veja na prática esse funcionamento através de uma demonstração do ERP Industrial da Nomus, o sistema de gestão especializado em indústria desenvolvido pela Nomus.

Nomus ERP Industrial

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